Se você chegou até aqui procurando quantos GB precisa para a Coreia do Sul, vou te poupar o suspense: quase certeza que menos do que você está pensando. A Coreia é um dos países mais conectados do planeta e isso não é marketing: há wi-fi grátis no metrô, nos ônibus, nos cafés e em metade da rua. No entanto, também é um destino onde o celular não para (o hangul não se adivinha e o tradutor com câmera vai trabalhar bastante), então também não adianta ir sem nada. Vamos aos números.
O número rápido, sem rodeios
Para 10 dias na Coreia do Sul, a maioria das pessoas se vira com 5 GB, e quem usa o wi-fi do hotel e do metrô consegue se virar com 3 GB tranquilamente. Se você trabalha de lá ou compartilha a conexão com a família, considere 15-20 GB. A Coreia é um dos destinos onde menos dados são necessários.
Vou explicar de onde vem esse número. Um viajante normal em Seul gasta entre 200 e 400 MB por dia de dados móveis reais: mapas, mensagens, procurar lugares, traduzir cardápios de restaurantes e postar algumas fotos. Todo o consumo pesado (assistir a vídeos, fazer backups, atualizar aplicativos, videochamadas longas com a família) é feito via wi-fi sem que você perceba, porque na Coreia sempre há uma rede decente por perto.
Dito isso, há três coisas que, neste país em particular, elevam o consumo e que convém considerar antes de escolher um plano:
- O tradutor com câmera. Aqui o inglês não te salva, nem adivinhar a palavra: o hangul é outro alfabeto e você vai apontar o celular para cardápios, etiquetas e placas dezenas de vezes ao dia.
- Os mapas locais. O Naver Map e o KakaoMap são quase sempre usados online, então o mapa consome dados cada vez que você caminha.
- As fotos e os vídeos. Seul, Busan e os palácios rendem muitas fotos, e carregá-las na hora é o que mais pesa.
Se você quer o critério geral para qualquer país, eu o desenvolvo no guia de quantos dados preciso para viajar. Aqui vou direto ao que é específico da Coreia.
Por que na Coreia você gasta menos do que pensa
A Coreia do Sul considera o wi-fi público uma infraestrutura básica, não um detalhe. O próprio governo publicou abertamente dados de cerca de 220.000 pontos de acesso wi-fi públicos espalhados pelo país, e há wi-fi gratuito em mais de 35.000 ônibus urbanos. Nas estações de metrô, as velocidades variam de 30 a 100 Mbps, e Seul continua investindo anualmente na substituição dos pontos antigos por outros mais rápidos.
Traduzido para o seu bolso: em um dia normal em Seul, você fica conectado ao wi-fi muito mais horas do que imagina. Hotel, cafeteria, plataforma do metrô, ônibus, shopping, aeroporto. Você acaba usando a rede móvel na rua, entre um lugar e outro, que é justamente quando consome mapas e mensagens, ou seja, pouquíssimos dados.
Agora, a parte honesta, porque nem tudo é tão bonito:
- Algumas redes públicas pedem um registro ou a aceitação de termos em uma tela, e nem sempre está em inglês.
- No horário de pico, com a plataforma cheia, a velocidade cai bastante em relação ao que a placa promete.
- São redes abertas: eu não colocaria dados bancários ou senhas sensíveis nelas sem uma VPN.
- Fora das grandes cidades (rotas de montanha, vilarejos costeiros, templos), o wi-fi público não é tão onipresente.
Por isso a recomendação não é "não compre dados", é "compre menos do que lhe venderiam". Se você quer o panorama completo de como se conectar lá, eu explico em internet na Coreia do Sul.
O que cada aplicativo realmente consome
Quase todo mundo superestima seu consumo porque pensa em "internet" como um bloco. Na verdade, 90% dos seus gigabytes são consumidos por vídeo, e o resto é ruído de fundo. Estes são os números de referência que utilizo, em MB por hora de uso ativo:
| Atividade | Consumo aproximado | Quanto pesa em uma viagem à Coreia |
|---|---|---|
| Mapas e navegação (Naver Map, KakaoMap) | 5-10 MB/hora | Muito uso, pouco gasto |
| Mensagens de texto (WhatsApp, KakaoTalk) | 5-10 MB/hora | Quase irrelevante |
| Chamada de voz por aplicativo | 15-30 MB/hora | Baixo |
| Tradutor com câmera (estimativa) | 1-3 MB por consulta | 20-60 MB/dia se traduzir tudo |
| Redes sociais (Instagram, TikTok) | 600 MB - 1,2 GB/hora | O grande ralo |
| Carregar fotos | 3-5 MB por foto | 100 fotos ≈ 300-500 MB |
| Carregar vídeo 1080p | 60-130 MB por minuto | Perigo real |
| Videochamada (WhatsApp) | 200-700 MB/hora | Alto: faça via wi-fi |
| Videochamada de trabalho (Meet, Zoom) | 540 MB - 2,5 GB/hora | Apenas para nômades |
| Música em streaming | 40 MB/hora (normal), 150 MB/hora (alta) | Médio-baixo |
| YouTube 480p / 720p / 1080p | 560 MB / 1,9 GB / 3 GB por hora | Consome o pacote sozinho |
Olhe a tabela e tire suas próprias conclusões: você pode usar mapas por oito horas seguidas e gastar menos do que assistindo dez minutos de vídeo. Se você gosta de números exatos, tenho a análise detalhada nas estatísticas de uso de dados móveis por atividade.
O tradutor com câmera: o gasto que ninguém calcula
Esta é a particularidade da Coreia que não aparece em nenhuma calculadora genérica de dados. No Japão, os kanjis ajudam se você souber um pouco de chinês; na Grécia, você intui meia palavra. Na Coreia, não. O hangul é um alfabeto próprio e em muitos lugares (cardápios de bairros, etiquetas de supermercado, instruções de hotel, placas de templos) não há tradução para o inglês. Então você aponta a câmera, traduz e repete. E repete.
Cada consulta com a câmera move pouco, da ordem de 1 a 3 MB entre a imagem e a resposta. O problema é a frequência: se você fizer trinta por dia, chegará a 30-90 MB diários apenas para traduzir, o que em uma viagem de dez dias é meio giga e tanto. Não é dramático, mas é exatamente o tipo de consumo invisível que faz com que as pessoas fiquem sem dados.
A solução é gratuita e leva cinco minutos do sofá de sua casa, com seu wi-fi:
- Google Tradutor: baixe o pacote offline de coreano. Geralmente ocupa entre 50 e 150 MB e, uma vez instalado, a tradução com câmera funciona sem conexão.
- Papago (o tradutor da Naver, muito melhor com o coreano coloquial): também permite baixar o par coreano-inglês para usar sem dados.
- Baixe os dois. Ocupam pouco e cada um se defende melhor em um tipo de texto.
Com isso, o tradutor não conta mais no seu orçamento de gigabytes. E como bônus, ele continua funcionando no metrô subterrâneo ou em um vale sem cobertura.
Mapas: o Google Maps não vai te servir
Este é o dado que mais surpreende quem viaja pela primeira vez, e é verificável: o Google Maps funciona pela metade na Coreia do Sul. Não é uma falha do aplicativo, é legal. A Coreia restringe a exportação de cartografia de alta precisão por motivos de segurança nacional, com uma regulamentação que vem do armistício, então o Google trabalha lá com mapas menos detalhados (escala 1:25.000) enquanto Naver e Kakao usam os de 1:5.000. O resultado prático: o Google Maps não oferece navegação curva a curva para carro na Coreia, e a pé ou em transporte público ele deixa escapar estabelecimentos, entradas e horários.
Em fevereiro de 2026, o Governo aprovou condicionalmente que o Google possa exportar dados cartográficos, mas o processo tem sido lento e em meados de 2026 não espere que o aplicativo funcione como na Europa. Vá preparado com os aplicativos locais:
- Naver Map: a referência, com mais de 30 milhões de usuários mensais. O melhor para transporte público e para encontrar lugares.
- KakaoMap: segunda opção, muito boa a pé e com interface um pouco mais simples.
- Subway Korea / Kakao Metro: para o metrô, com horários do último trem.
E o que isso implica em gigabytes? Que você depende mais do mapa online do que em outros destinos, porque esses aplicativos não têm um modo offline tão completo quanto o do Google. Mesmo assim, fique tranquilo: os mapas são o que menos consome, entre 5 e 10 MB por hora. Você passará o dia com o mapa aberto e não notará a diferença.
Transporte, táxis e KakaoTalk
A Coreia funciona com seu próprio ecossistema de aplicativos, e isso muda um pouco a sua forma de gastar dados. A boa notícia é que quase todos são leves.
- KakaoTalk: o aplicativo de mensagens nacional. Se você reservar algo, o restaurante ou o guia vai te escrever por lá, não pelo WhatsApp. Consome como qualquer chat: nada.
- KakaoT: o aplicativo de táxis. Pedir um táxi, ver o carro se aproximar e pagar consome alguns poucos MB por viagem.
- Naver Map para combinar metrô, ônibus e KTX; os trens rápidos e muitos ônibus têm Wi-Fi a bordo, então as viagens longas quase não consomem seus dados.
- T-money: o cartão de transporte físico. Recarrega-se em máquinas, sem aplicativo e sem dados.
Uma dica prática que vale mais do que qualquer giga: crie as contas do KakaoTalk e KakaoT antes de sair do Brasil, enquanto você tem sua linha de casa recebendo SMS normalmente. Registrar-se no meio da viagem, com uma conexão apenas de dados, é o tipo de problema que pode consumir uma tarde inteira.
Outra coisa que joga a seu favor: na Coreia você se desloca muito de metrô e trem. São longos períodos de viagem nos quais, se você se conectar ao Wi-Fi do vagão ou da estação, pode fazer exatamente o que mais consome (assistir a vídeos, enviar o vídeo do dia para o grupo da família, baixar episódios) sem tocar no seu pacote. No guia sobre o eSIM para a Coreia do Sul, eu explico a parte técnica de como deixar tudo pronto antes de decolar.
Quantos GB de acordo com o seu perfil e seus dias
Aqui está o cerne do artigo. São números pensados especificamente para a Coreia, ou seja, já descontado o efeito do wi-fi público, que é enorme. Encontre o seu perfil, veja seus dias e já terá a resposta:
| Perfil | 5 dias | 10 dias | 15 dias | 30 dias |
|---|---|---|---|---|
| Turista de mapas e WhatsApp | 2 GB | 3 GB | 5 GB | 8-10 GB |
| Viajante de fotos e redes sociais | 3-5 GB | 8 GB | 10 GB | 20 GB |
| Família compartilhando (2-4 celulares) | 8 GB | 15 GB | 20 GB | 30-40 GB |
| Nômade digital / teletrabalho | 10 GB | 20 GB | 30 GB | 50 GB ou ilimitado |
Como ler sem errar:
- Turista de mapas e WhatsApp: cerca de 200-300 MB por dia. Mapas, mensagens, procurar onde comer, alguma foto. É o perfil da maioria, e sim, com 3 GB é possível fazer uma viagem de dez dias.
- De fotos e redes sociais: 600-800 MB por dia. Você posta Stories diariamente e alguns vídeos. É aqui que a variação entre as pessoas é maior.
- Família: não multiplique por quatro de forma arbitrária. As crianças assistem a vídeos no hotel, e isso consome Wi-Fi. Multiplique por dois e meio.
- Nômade: 1,5-2 GB por dia. Videochamadas, upload de arquivos e compartilhamento de tela de cafeterias ou do AirBnB.
Se você estiver em dúvida entre dois tamanhos, fique com o menor e recarregue se precisar. Na próxima seção, explico por que essa estratégia é quase sempre mais barata.
Calcule seu consumo real antes de voar
Tudo o que foi dito acima são médias. Seu consumo real está no seu bolso agora mesmo e você pode verificar em trinta segundos:
- Android: Configurações → Rede e Internet → Uso de dados (ou SIM) → você verá os GB do ciclo do mês e a distribuição por aplicativo.
- iPhone: Ajustes → Dados móveis → role para baixo até a lista de aplicativos. Se você nunca zerou as estatísticas, o dado é acumulado desde sempre, então reinicie um mês antes da viagem e meça de forma limpa.
Pegue seu consumo mensal, divida por 30 e você terá seu consumo diário em casa. Agora aplique o fator Coreia: lá você terá wi-fi disponível por mais horas do que aqui, mas também usará mais o celular na rua. Na prática, eles se compensam e geralmente ficam perto da metade do que você gasta em casa, porque em casa grande parte do tráfego também é wi-fi. Esta tabela já faz o cálculo para você:
| Seu consumo mensal de dados móveis em casa | Equivale a diário | Para 10 dias na Coreia | Para 20 dias |
|---|---|---|---|
| Menos de 5 GB | ~150 MB | 2-3 GB | 5 GB |
| 5-10 GB | ~250 MB | 3-5 GB | 8 GB |
| 10-20 GB | ~500 MB | 8 GB | 10-15 GB |
| 20-40 GB | ~1 GB | 10-15 GB | 20 GB |
| Mais de 40 GB | ~1,5 GB ou mais | 20 GB | 30 GB ou mais |
Este método é muito mais confiável do que qualquer calculadora, porque parte de como você usa o celular e não de como um viajante médio que não existe o usa. Se o número que você encontra e o da tabela de perfis coincidem mais ou menos, você já pode comprar tranquilo.
Como esticar os dados em Seul
Com esses ajustes, feitos antes de sair, seu consumo diário pode cair pela metade sem que você sinta qualquer desconforto:
- Backups apenas por Wi-Fi. Google Fotos e iCloud são os maiores ladrões de gigabytes em uma viagem: carregar 300 fotos equivale a mais de 1 GB. Force para que upload seja feito apenas com Wi-Fi e durma tranquilo.
- Desative a reprodução automática de vídeo no Instagram, TikTok e X. É a mudança que mais economiza de toda a lista.
- Diminua a qualidade do vídeo para 480p no YouTube: você passa de 3 GB para 560 MB por hora.
- Modo de economia de dados ativado no sistema e nos aplicativos que o tiverem.
- Atualizações de aplicativos apenas por Wi-Fi. Uma única atualização grande pode custar 300 MB.
- Baixe em casa os pacotes de tradução, a lista do Spotify, os episódios do Netflix para o voo e o guia em PDF.
Na Coreia, o truque não é privar-se de nada: é mover o consumo pesado para o wi-fi, que você tem no hotel, na cafeteria, no ônibus e na plataforma. Gaste seus dados no que resolve o seu dia (mapa, tradutor, mensagens) e deixe o vídeo para quando estiver conectado a uma rede gratuita.
Tenho uma lista mais longa e com capturas de tela nos truques para economizar dados em viagens, mas com esses seis você já se vira. O importante é deixar tudo configurado em casa: ninguém começa a mexer nas configurações no aeroporto de Incheon às seis da manhã.
O que acontece se você ficar sem dados
Deixo bem claro: é melhor subestimar e recarregar do que comprar demais. Se você exceder nos gigabytes, pagou por dados que não usará e não os recuperará. Se você ficar sem dados, em cinco minutos, com o Wi-Fi do hotel, você compra outro pacote e continua. O custo do erro é assimétrico, então jogue pelo lado mais barato.
Como saber que você está ficando sem dados e o que fazer:
- Monitore o contador no terceiro dia. Se você gastou mais de um terço do pacote, já sabe que precisa recarregar: é melhor saber com antecedência do que em um domingo à noite.
- Quando acabar, você não fica na mão. Você ainda terá Wi-Fi público em todos os lugares para comprar a recarga, avisar em casa ou pedir um táxi.
- Tenha os dados do hotel anotados em papel ou em uma nota offline (endereço em hangul incluído). É o clássico conselho de avô que salva a noite.
- Não dependa de apenas um aplicativo para voltar: capturas de tela do percurso até a acomodação e pronto.
E uma vantagem específica do formato digital que se destaca em um país como a Coreia: a recarga é instantânea e você não precisa procurar nenhuma loja física nem brigar em um balcão com um formulário em coreano. Se você ainda não tem certeza de como tudo isso funciona, eu explico do zero em o que é um eSIM.
Perguntas frequentes
Quantos GB preciso para uma semana na Coreia do Sul?
Com 3 GB você tem de sobra para 7 dias se for um turista normal de mapas, mensagens e algumas fotos. Aumente para 5 GB se você publica nas redes sociais diariamente e para 10-15 GB se for trabalhar remotamente. O Wi-Fi público coreano faz grande parte do trabalho por você.
Posso ir apenas com o Wi-Fi público e não comprar dados?
É possível, mas não recomendo. O Wi-Fi cobre estações, ônibus e cafeterias, não a rua entre eles, que é exatamente onde você precisa do mapa e do tradutor. Além disso, muitas redes exigem registro. Um pequeno pacote de 3 GB elimina esse estresse por muito pouco dinheiro.
O Google Maps funciona na Coreia do Sul?
Funciona parcialmente e não oferece navegação passo a passo para carro. A Coreia restringe a exportação de mapeamento detalhado por segurança, então o Google trabalha com mapas menos precisos do que os locais. Baixe Naver Map e KakaoMap antes de voar: são os que todo mundo usa lá.
O tradutor com câmera gasta muitos dados?
Pouco por consulta (1-3 MB), mas muito por acumulação. Traduzindo cardápios e placas o dia todo, você pode chegar a 30-90 MB diários. Baixe o pacote offline de coreano no Google Tradutor e no Papago de casa e esse gasto desaparece completamente.
Preciso de VPN na Coreia do Sul e ela consome mais dados?
Não é necessário para uso normal: Google, YouTube, Instagram e WhatsApp funcionam normalmente. Mas é uma boa ideia ativá-lo ao se conectar a Wi-Fis abertos. Tenha em mente que a criptografia adiciona uma pequena porcentagem extra de consumo, da ordem de 5-10%.
Quantos GB para a Coreia do Sul se eu for com crianças?
Calcule 15 GB para dez dias com uma família de quatro. Não multiplique pelo número de celulares: o consumo pesado dos pequenos (vídeo, jogos, downloads) é feito via Wi-Fi no hotel. Compartilhe uma única conexão e ative a economia de dados nos celulares deles.
É melhor comprar a mais por precaução?
Não: compre o suficiente e recarregue se necessário. Os dados que você não gasta são dinheiro jogado fora, enquanto uma recarga é feita em minutos do Wi-Fi do hotel. Comece com o tamanho indicado na tabela de perfis e verifique o contador no terceiro dia.
Conclusão
A Coreia do Sul é um daqueles destinos onde a resposta honesta é "menos do que você imaginava". Com 3 GB para dez dias, a maioria das pessoas viaja bem; com 5 GB, você fica tranquilo mesmo publicando nas redes sociais; e somente se você trabalhar de lá ou compartilhar com vários celulares, faz sentido ir para 15-20 GB. O Wi-Fi do metrô, dos ônibus e dos cafés faz um trabalho que em outros países você pagaria.
Faça a lição de casa (pacotes de tradução baixados, Naver Map instalado, backups apenas via Wi-Fi, contas Kakao criadas) e você chegará a Incheon com tudo resolvido. Quando tiver certeza, escolha seu pacote de dados no eSIM para a Coreia do Sul e esqueça o assunto desde o primeiro minuto da viagem. Nos vemos em Seul.







